quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Facebook

Uma rasa análise do impacto psicológico do Facebook

Assim como outras redes sociais (Orkut, MySpace, Twitter, etc.), o Facebook sofreu preconceito desde o seu lançamento, por vários motivos.

Foi acusado por diversas vezes de estar a serviço da espionagem governamental, armazenagem de informações sobre seus usuários, registro de conversas, locais visitados, e de tempos em tempos, é alvo das mais diversas críticas sobre privacidade das informações.

Além do fator segurança, existe ainda o fator ego, visivelmente presente em cada foto ou texto compartilhados na rede, despertando os sentimentos mais profundos do ser humano ligados ao "status-quo", e este texto é exatamente sobre isto.

É palco de manifestações políticas, filosóficas, sociológicas, artísticas, culturais, educacionais e claro, como não poderia deixar de ser, muita bobagem.

Para muitos, simplesmente um local para compartilhar experiências e emoções, sejam através de frases de efeito, fotos de momentos marcantes, obras de arte, música e boas energias.

Sem dúvida, um espaço bem democrático, que reduz a distância entre as pessoas do mesmo círculo, e por vezes promove discussões bem acaloradas sobre um dos assuntos mais importantes da humanidade, o futebol.

É uma ferramenta. E assim como toda ferramenta, devemos aprender a usá-la.

Gostaria de deixar de lado as manifestações negativas e/ou inócuas, e focar em duas situações positivas que ocorrem frequentemente na rede, que me chamam à atenção:

- solicitações de apoio a uma causa nobre ou ajuda a uma pessoa necessitada;
- comentários ou curtidas nos "posts" ou fotos dos amigos.

A primeira situação revela a capacidade incrível do ser humano em ser solícito, quando necessário. Às vezes, até demais. É mais fácil ver uma mobilização a respeito de um cachorro do que uma pessoa.

Morre um animalzinho desconhecido e todos se revoltam, enquanto seu vizinho, parente ou amigo, morre na fila de espera de um transplante, ou num acidente grave, e eis que impera a indiferença característica dos fatos corriqueiros do mundo moderno, sinceramente inexplicável.

Fora isso, o sentimento de solicitude é válido, muito bonito e por diversas vezes, sublime.

Eu me pego emocionado quando vejo atos da presteza humana com o próximo, verdadeiros atos de amor.

A segunda situação é onde eu queria chegar com este texto. Eu me admiro com a quantidade de pessoas que curtem uma foto ou um texto de um amigo ou conhecido, mesmo que aquela pessoa não faça parte do seu dia-a-dia.

É muito bom saber que existem pessoas que vibram com as suas conquistas e/ou realizações.

O Facebook de uma certa forma veio pra nos ajudar a lembrar dos amigos que andam esquecidos...

Devemos aproveitar esse gancho, e utilizar este recurso a nosso favor.
E assim como toda ferramenta, devemos focar nas suas virtudes.

Quando você vibra e curte a foto de um amigo ou faz um comentário expressando sua alegria para com os seus, você está enviando energia positiva.

Na minha opinião, estar na frequência de outra pessoa, querendo o bem dela, é o equivalente a rezar por ela.

Fico extremamente feliz, e quase sinto a energia, quando percebo quantas pessoas se alegram com minhas alegrias.

Aproveitemos o Facebook, esta ferramenta, como forma de manter próximas as pessoas que amamos, e que nos amam, mesmo à distância.

Que você lembre disso, sempre que curtir a foto de seu amigo.

Aproveite, agora, para dar uma passadinha no perfil daquele amigo seu, que anda meio esquecido, e mandar um abraço, desejar saúde e sucesso a ele, e que em breve se encontrem, para vibrar esta maravilha que Deus nos deu que é a VIDA !

Somos todos um.